domingo, 22 de janeiro de 2012

Eu fui à Europa!

Oi. rs

E cá estou eu. No outro hemisfério. No outro lado. No outro mundo. Mundo bem esquisito à primeira vista. Mas é o que é e nada posso fazer. POR ENQUANTO.

Essa é a primeira hora livre que eu encontrei pra escrever tudo o que eu queria escrever. Ou, pelo menos, tudo o que eu preciso escrever porque é óbvio que não posso escrever tudo o que eu penso muito menos tudo o que eu quero.

Pois, não sei por onde começar. Talvez porque tenha sido gigantesco o número de coisas interessantes que vi, ouvi e senti. Mas gostaria de iniciar essa descrição de fatos e pensamentos pelo meu estado físico, mental e moral desde o momento que eu atravessei a porta de entrada do Aeroporto Internacional do Recife – PAUSA! Consegui conectar meu net a uma rede anônima aqui (: - PAUSA! Era o Aeroporto de Portugal disfarçado ¬¬ - Tudo bem. Como eu dizia, ou tentava dizer, eu não estava completamente normal. Um sintoma dessa anormalidade? Eu não estava sorrindo. o.O Isso é mesmo um absurdo, eu sei! O que eu não sei é explicar porque eu estava assim. Talvez tenha sido pelo modo como eu estou vestida (fazia-me parecer adulta/séria). A verdade é que eu vi coisas que não gosto de ver e ouvi coisas que não gosto de ouvir. rs Por exemplo, uma menina de, aproximadamente, 2 anos com o cabelo mais curto que a altura do ombro; CABELO CORTADO mais curto que a altura do ombro. Por exemplo, pessoas que não são brasileiras mas querem parecer brasileiras e falam português com aquele sotaque de quem não é brasileiro. Certo, eu sei que o Brasil acomoda muitos turistas e que muitos deles vêm para aprender português e, devido a problemas fônicos, não conseguem pronunciar as palavras como devem ser pronunciadas (muito menos a entonação); e eu super incentivo os turistas a fazerem isso – É, aprendam português! (: Mas nada como um bom brasileiro falando um português limpo, puro. E quando chegou a vez de ouvir esse tal brasileiro falar, sem palavrões, sem sotaques extremos, sem erros gramaticais perseguidores do bom amante da Língua Portuguesa, eu sorri. É uma pena que tenha sido um riso breve, pois logo depois vi que _______.

Prosseguindo, eu estava tão desnorteada com o fato de ter que tirar o cinto e a minha saia quase cair (tudo bem, eu exagerei nessa parte d:), que o funcionário do aeroporto perguntou-me se eu era menor de idade e – Pasmem! – eu respondi que não. o.O 2 segundos depois da minha resposta, eu balancei a cabeça bruscamente como o sino do despertador e disse que sim, ao mesmo tempo que olhava pra os meus pais com uma cara de por que-eu-fiz-isso?. 2 segundos depois do descaso, gargalhadas. 2 segundos depois das gargalhadas, voltei à pessoa séria que eu estava representando.

Pessoas estranhas estavam ao meu redor, excetuando meus pais, claro. Daí eu não podia andar sorrindo como costumo fazer. Eu tentei sorrir, prometo. Mas nada saiu além de um risinho no canto da boca ou o clássico sorriso-Monalisa. – PAUSA! Eu queria mesmo continuar, mas pessoas que não são portuguesas estão falando português que não é o brasileiro puro e isso incomoda a mim ou me desvirtua. d: - Ah, não consigo mais agora. /: E eu ainda tenho 1 hora de espera ¬¬ pelo avião que vai me levar à França *o*. Então vou ouvir música e depois eu volto à história da menininha fofa. (;

Besos. rs

2 comentários:

kkkkkkkk, rir demais com a parte da saia que quase caiu . Gostei muito dessa postagem , espero que volte logo para postar mais historias por que fiquei super curiosa agora >.<

Eu ri com esse post! Aproveita, Sarinha! Saudades. Beijão (;

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